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    Eu, assim como você, depois de chorar e entender que eu não era mais criança junto com Andy ao assistir Toy Story 3 (2010), dei a franquia dos brinquedos vivos como encerrada com chave de ouro e sem defeitos. Por isso, também como você, eu entoei um sonoro "PRA QUÊ?!" quando anunciaram uma sequência que, ao meu ver, era completamente desnecessária. Pois bem, o problema é que a Pixar ainda é a Pixar e por mais reticente que estivéssemos sobre este novo filme - eu não queria nem assistir, tamanha birra que estava - como todo bom produto da Pixar, ele não pode ser ignorado. A conversa daqui para frente é sobre a grande mensagem de Toy Story 4 (2019): Maturidade. Só bora!

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"Olha eu vou lhe mostrar se é que presta esse filme, já que o ingresso está caro e você não quer gastar..."

Há quem diga que a onda de remakes dos clássicos da Disney é uma jogada  preguiçosa do estúdio - ao invés de apostar em novas histórias, o argumento dos críticos a este movimento é de que apostam em histórias requentadas devido à falta de criatividade. Desta diretriz, tivemos obras que se propuseram a dar novas visões ao material original e souberam inovar - com qualidades vacilantes - como Alice no País das Maravilhas (de Tim Burton, 2010), Malévola (com Angelina Jolie, 2014) e Mogli (de John Favreau, 2016, ainda o melhor deles). Porém, tivemos também os que optaram por refazer o clássico apenas adicionando atores reais e atualizando a linguagem, como foi o caso de Cinderela (de Kenneth Branagh, 2015) e do sucesso A Bela e a Fera (com Emma Watson, 2017). Estes últimos, invariavelmente, embora não sejam filmes ruins, perdem de lavada para o carisma das animações pelo simples fato de ser mesmo desleal tentar competir com a magia que uma animação pode passar frente a uma produção convencional. Pois o novo capítulo dessa geração de remakes é o belo Aladdin, do diretor inglês Guy Ritchie (de Sherlock Holmes), que fica num confortável meio do caminho entre estas duas tendências ao nos trazer uma reprodução absolutamente fiel ao original, mas conseguir o feito de ter carisma e magia próprios mesmos nos mostrando um filme que a gente já viu.

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“Parte da Jornada é o fim” já dizia Tony Stark desde o primeiro trailer de Vingadores: Ultimato (Avengers Endgame, 2019) e esta pequena frase é a síntese absoluta do que o novo filme dos heróis da Marvel traz até nós. O fim do caminho é, em si, parte dele. É na linha de chegada que percebemos a jornada, o quanto percorremos, o quanto superamos, perdemos e mudamos. É ao final da maratona que nos deixamos vencer pelo cansaço e somos acolhidos pelos louros da recompensa. É o momento de cuidar das feridas que foram abertas no percurso, deixar algumas coisas para trás e se nutrir novamente para uma nova corrida que certamente virá, mas não será agora. O fim da linha, além de ser o tempo para tudo isso, também é o momento da medalha, do troféu, da entrega daquilo pelo qual você tanto esperou. Vingadores: Ultimato é isso, um fim, e traz consigo tudo o que um bom desfecho traz. Se Vingadores: Guerra Infinita (2018) foi uma catarse, Ultimato é nada menos do que uma apoteose, uma consagração. Parte da jornada é mesmo o fim, e o nosso troféu têm 3h de duração na sala de cinema.  Vem comigo tranquilo que esqueci os spoilers em casa.

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Como dia Silvo Santos: "Não sei se vou ou se fico; Não sei se fico ou se vou. Se vou não sei se eu fico, Se fico não sei se eu vou!"

Aí você tá falando com seu amigo como você queria ter dinheiro para comprar aquele tapete-despertador que só para de tocar quando você levanta e coloca seus pés em cima dele e quando você abre o Facebook ou Google lá estão dezenas de ofertas de tapetes-despertadores de zilhões de cores diferentes. "Mas eu nem procurei nada" você pensa, "eu tava só falando que queria" você diz, e aí um de vocês solta a frase que todos dizem nos últimos anos: "Cara, isso é muuuuito Black Mirror". Quem nunca passou por isso? Se você nunca na sua vida ouviu falar nada sobre essa série que ganhou o mundo depois que foi abraçada pela Netflix e ficou famosa por nos mostrar cenários pessimistas sobre nossa relação com a tecnologia - algumas vezes muito realistas e outras nem tanto - você dificilmente está sabendo desta ousada - será mesmo? - produção que é o nosso assunto de hoje. Mas mesmo se esse é o seu caso, a resenha hoje é, mais do que uma análise de qualidade, uma conversa sobre uma experiência de entretenimento e por isso acho que vale a pena você continuar lendo aqui junto comigo. Deixar de ler? Continuar lendo? A escolha é sua. O assunto hoje é o filme Black Mirror: Bandersnatch (2018).

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A Justiça ainda é cega, mas continua boa de braço

Olá leitoras e leitores sempre tão fofos que são! Sendo legal e seguindo a tradição de dar um tempinho para vocês conseguirem assistir antes de criticar, esperei fazer uma semaninha da estréia da terceira temporada da - falo logo - ainda dona e proprietária absoluta do desejado cinturão de Melhor Série da Marvel. Se você manja dos paranauê, já se ligou então que a resenha hoje é da nova leva de episódios de Demolidor (Daredevil, no original) da nossa querida avalanche de conteúdo: Netflix. Cai pra mão!

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Nação Brasileira! Estamos ha poucos dias do primeiro turno das Eleições 2018. Entre #ELENAOs e #ELESIMs vivemos um momento importantíssimo para o futuro do nosso país que merece todas as discussões que está causando em cada esquina. Não aprendemos nada como os últimos anos e estamos novamente à beira de uma competição política extremamente divisiva e polarizada, capaz de despertar o pior em cada um de nós e nos fazendo esquecer do que nos une enquanto povo. Milhares de filmes falam sobre eleições, mas hoje eu trago para vocês uma lista com 5 filmes que tratam das consequências de se abraçar extremismos políticos, de se IDOLATRAR OU ODIAR figuras políticas que pensam diferente de você e dos reais poderes que controlam a sua vida enquanto você tá feliz subindo essa ou aquela hashtag no twitter. A intenção hoje é te ajudar a pensar, sem muita piadinha dessa vez. Vamo comigo e GLÓRIA A DEUUUXXXX!

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Olá meus amores, não sei se vocês perceberam mais ultimamente a Netflix anda muito na vibe de romantismo, a cada mês um novo filme de amor adolescente clichê é lançado e é claro que nós amamos.

Depois do sucesso que foi A Barraca do Beijo e Para Todos os Garotos que Já Amei a Netflix lançou Sierra Burgess Is A Loser e não poderia ter sido diferente, nos fez suspirar de amor como os últimos lançados.

E é por isso que hoje eu decidi vir aqui e te dar 10 MOTIVOS PARA VOCÊ ASSISTIR SIERRA BURGESS IS A LOSER.


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Sentimentos da direita para a esquerda: ranço, pena e medo

Olha, que série difícil é essa tal de Sharp Objects! Te falar, viu... De tão impactado que estou depois do penúltimo episódio, que foi ao ar pelo canal pago HBO no domingo passado (19/08), eu nem consegui elaborar uma introdução espertinha como costumo fazer por aqui. Como primeira resenha de uma série de TV, a escolhida para tema de hoje é esta produção fascinante, baseada no também fascinante livro Objetos Cortantes (publicado no Brasil pela Editora Intrínseca) da autora de romances fascinantes Gillian Flynn (do também fascinante "Garota Exemplar" que virou filme em 2014). Fascinante é a palavra de ordem na resenha que começa agora.

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Elenco completo com Tia Cremilda à esquerda
Eu podia estar matando e roubando, mas como é crime eu prefiro vir aqui na quinta-feira dar para vocês alguma opinião que vocês não pediram e eu vou dar mesmo assim. Pois é, e hoje eu escolhi resenhar um filmezinho muito do divertido que foi adicionado recentemente no catálogo da namorada de todos nós e que atende pelo nome de Netflix. O filme em questão é uma comédia espanhola, de roteiro simples e ágil, sobre pessoas que sofrem de diferentes tipos de Transtornos Obsessivos Compulsivos (TOCs) sem cair no desrespeito e conseguindo arrancar boas risadas no processo. O filme de hoje é TOC TOC (2017 de Vicente Villanueva). Desce a crítica!

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Veja os antigos!

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